Apresentação

O Gap Year é um ano em que o jovem faz um intervalo na sua vida quotidiana e sai da sua zona de conforto para fazer algo que contribua para a sua formação. Este ano deverá servir para o jovem expandir os seus horizontes, ao mesmo tempo que se deverá emancipar, desenvolvendo as suas competências e valores. No entanto, a componente formativa não deverá ser colocada de lado. Durante este ano, o jovem poderá igualmente tentar explorar interesses e vocações que de outra forma não teria a possibilidade de experimentar, tentando assim cimentar e ganhar forças para possivelmente seguir essa área no futuro.

Tivemos em vista este conceito e, por isso, o projeto que apresentámos e com o qual concorremos ao Gap Year da Fundação Lapa do Lobo é um tanto nada inovador e serviu de base à escolha do nosso lema: “FLL Gap Year, aprender viajando”.

Assim, idealizámos um projeto em que aliámos todas as vantagens de fazer um Gap Year com o objetivo de tirar o maior partido deste ano. À semelhança do passado, e como não poderia deixar de ser, o voluntariado está presente neste projeto, contudo, demarcando-nos dos projetos anteriores, optámos também por fazer uma forte aposta na formação, tanto a nível académico como a nível pessoal.

Desta forma, dividimos o projeto em diversas etapas que são diferenciadas pelos vários objetivos que as distinguem:

  • 1º Etapa: passada em Lisboa, o objetivo desta etapa é a orientação académica e, por isso, iremos assistir a algumas aulas de alguns cursos universitários;
  • 2º Etapa: passada em Londres, o objetivo desta etapa é a formação e a procura do desenvolvimento das nossas vocações e, por isso, iremos frequentar escolas de teatro (Francisco) e música (Ricardo);
  • 3º Etapa: será um Intra Rail por todo o Reino Unido (Inglaterra, País de Gales, Escócia e Irlanda do Norte) e Irlanda. Será uma etapa com um objetivo mais turístico;
  • 4º Etapa: passada em Moçambique, esta será a etapa marcada pela experiências do voluntariado.

Não correu como esperávamos e diversos entraves se foram levantando a partir da 2ª etapa, sendo a falta de emprego o mais problemático que colocava em causa o equilíbrio financeiro tendo em conta o forte investimento nas escolas que iriam desenvolver as nossas vocações. Por tudo isto, optámos por não continuar em Londres adiando esta fase para depois e, assim, antecipámos a 3ª etapa na esperança de recuperar a etapa anterior. Assim não foi possível, após o Interrail o emprego continuou a ser um entrave e desta vez com o conhecimento real do custo de vida londrino, decidimos não arriscar às cegas e regressar para essa cidade.

Desta forma, o projeto passa agora por seguirmos para Moçambique por um período de 4 meses e iniciármos desde já o voluntariado.

Apresentado novamente o projeto, contamos consigo para nos continuar a acompanhar na nossa viagem através das nossas crónicas, fotografias e vídeos.

Até breve!

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